quinta-feira, 27 de novembro de 2014

O PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO-PPP

Perfil Profissiográfico Previdenciário – PPP

  O Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) é um formulário com campos a serem preenchidos com todas as informações relativas ao empregado, como por exemplo, a atividade que exerce, o agente nocivo ao qual está exposto, a intensidade e a concentração do agente, exames médicos clínicos, além de dados referentes à empresa.O formulário deve ser preenchido pelas empresas que exercem atividades que exponham seus empregados a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física (origem da concessão de aposentadoria especial após 15, 20 ou 25 anos de contribuição). Além disso, todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais e do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, de acordo com Norma Regulamentadora nº 9 da Portaria nº 3.214/78 do MTE, também devem preencher o PPP.
O PPP deve ser preenchido para a comprovação da efetiva exposição dos empregados a agentes nocivos, para o conhecimento de todos os ambientes e para o controle da saúde ocupacional de todos os trabalhadores.
PPP Eletrônico
Estamos transformando o formulário do Perfil Profissiográfico Profissional – PPP em um sistema: as empresas terão acesso ao programa, farão as atualizações necessárias e enviarão para a Previdência Social, a exemplo do funcionamento do programa de declaração de imposto de renda. O PPP Eletrônico deverá, a princípio, estar disponibilizado na Internet, possibilitando que o trabalhador possa acessá-lo por meio de senha individual, permitindo assim o acompanhamento do preenchimento e das atualizações; a solicitação de retificação de possíveis erros; a emissão e impressão imediata quando necessitar para qualquer comprovação; entre outros.
A partir da disponibilização do PPP Eletrônico pela Previdência Social as empresas serão obrigadas a informar o perfil profissiográfico de todos os trabalhadores, inclusive dos que não exerçam atividades baixo agentes nocivos físicos, químicos, biológicos ou combinação destes.
Os parâmetros para elaboração e as regras de negócio do Sistema PPP Eletrônico já foram definidos pelo DPSO.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

ESPAÇOS CONFINADOS-MEDIDAS DE SEGURANÇA

https://www.youtube.com/watch?v=HxUyUcapCtg



https://www.youtube.com/watch?v=cxUgdEZSEC8

FONTE: FUNDACENTRO


https://www.youtube.com/watch?v=1OU8inYuEsY

FONTE: PETROBRÁS


domingo, 26 de janeiro de 2014

OFICINA MECÂNICA DE QUALIDADE

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SAÚDE E SEGURANÇA NAS OFICINAS MECÂNICAS

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DDS-COMO MANTER A SEGURANÇA DE TRABALHO NUMA OFICINA MECÂNICA

Só quem trabalha em uma oficina mecânica pode confirmar. Acidentes nesse local de trabalho são mais comuns e frequentes do que se pensa! Muitos desses acidentes acontecem por falta de exigência dos empregadores, mas também (a grande maioria) a falta de conscientização de muitos trabalhadores é um grande fator de risco. Além disso, há ainda produtos perigosos, arranjo físico inadequado, armazenamento incorreto de ferramentas, falta de qualificação, e muitos outros fatores que expõem a vida do trabalhador ao perigo.
Todos conhecem o famoso ditado popular “é melhor prevenir do que remediar”, porém na hora da verdade, muitos trabalhadores preferem pensar “isso nunca vai acontecer comigo” do que realmente agir com segurança e prevenindo os riscos. Com isso, acontecem os acidentes.
Então de que forma os acidentes podem ser prevenidos na oficina?
• O cuidado começa assim que o veículo chega à oficina e segue-se uma sequência de procedimentos a serem cumpridos: avaliar, preparar, consertar, limpar e entregar o veículo. Todas as fases merecem atenção e cuidados com a saúde do trabalhador em relação aos riscos oferecidos.
Durante a desmontagem e montagem de máquinas:
o Não utilize ferramentas improvisadas (ex.: facas, tesouras);
o Inspecione sempre as ferramentas e conserte ou troque as que estão em má qualidade;
o Use uma banqueta ergonômica (ou seja, adequada para você) sentado, quando possível;
o Use bota de segurança e luvas.
Ao lavar e desengraxar peças:
o Utilize avental impermeável;
o Óculos de segurança;
o Luvas e botas.
Limpeza de velas ou componentes, afiação de ferramentas:
o Instalar e manter capa protetora com visor de acrílico para rebolo e escova;
o Verificar proteção das polias e correias;
o Utilizar óculos de segurança.
Corte e soldagem de peças e componentes:
o Usar mascara para soldador com lentes protetoras contra radiação ultravioleta;
o Para soldagem em aço inox, usar proteção respiratória tipo P2;
o Uso de luvas e avental de raspa para proteção contra queimaduras;
o Para soldar tanque de combustível, estes devem estar completamente descontaminados e sem gases;
o Não realizar soldagens em locais confinados ou próximos a produtos inflamáveis;
o Instalar dispositivo contra retrocesso de fluxo e de chama para equipamento Oxi-acetileno.
Retirada e colocação de máquinas nas viaturas e bancadas:
o Substituir talhas fixas por guincho hidráulico móvel para maior mobilidade;
o Identificar de modo visível a capacidade de carga da talha/guincho;
o Inspecionar e realizar manutenção periódica no equipamento verificando desgaste dos dentes da catraca e dos elos da corrente;
o Evitar trabalhar sozinho na movimentação de peso.
Limpeza de mãos e braços:
o Usar pasta desengraxante a base de produtos naturais para que não cause reação alérgica no trabalhador.
Teste dos motores depois de montados:
o Usar protetor auricular.
• Deve haver um nível de iluminação adequado na oficina. Ao verificar alguma lâmpada queimada, esta deve ser trocada imediatamente.
• O arranjo físico da oficina deve conter informações de onde é a entrada e onde é à saída dos veículos, para que não haja nenhuma dúvida.
• A fiação elétrica e as tomadas devem ser verificadas regularmente.
• É extremamente importante que o local esteja sempre limpo, para que o trabalhador possa efetuar suas tarefas de forma mais agradável e segura.
• Deve-se evitar a desorganização. Quanto mais arrumado for o local de trabalho, mais fácil de encontrar o que se necessita e menor é o risco de acidentes.
• Pias e ralos devem estar sempre desentupidos.
• Portas e acessos devem estar sempre livres.
• Material inflamável deve ser armazenado onde não sejam realizadas atividades rotineiras, e só podem ser guardados em quantidade inferior a 50 litros.
• Embalagens de solventes e materiais inflamáveis devem conter rótulo.
• Deve ser proibido aos trabalhadores que fumem no local de trabalho.
• Não se devem utilizar carregadores de bateria perto de produtos inflamáveis.
Siga corretamente as instruções, use os EPI’s de forma adequada e mantenha-se sempre atualizado acerca de sua profissão!
Fonte: http://www.ddsonline.com.br/dds-temas/39-seguranca3/292-como-manter-a-seguranca-em-uma-oficina-mecanica.html

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

A IMPORTÂNCIA DO USO DO CINTO DE SEGURANÇA

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Fonte: FUNDACENTRO

SEGURANÇA E SAÚDE DO CAMINHONEIRO

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Fonte: FUNDACENTRO

SEGURANÇA DE TRABALHO NAS OFICINAS MECÂNICAS

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Cuidados com segurança e saúde na oficina
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Trabalhar de acordo com regras que preservam a integridade física do mecânico é primordial para o sucesso negócio da reparação e todos são beneficiados.
Carolina Vilanova

Existem muitos fatores que podem colocar em risco a saúde e a segurança do trabalhador dentro de uma oficina mecânica, desde produtos perigosos até poluição sonora e a disposição irregular de equipamentos e peças. Assim como outros assuntos que antes eram deixados de lado, a preocupação com a integridade dos profissionais da reparação nos dias atuais mudou muito, sendo que,hoje este aspecto já é parte obrigatória da rotina das oficinas.

Em primeiro lugar devemos lembrar que o Ministério do Trabalho e a legislação em vigor exigem que os empresários forneçam material de proteção e treinamento para os seus funcionários, que têm a obrigação de usá-los. O problema é que muitas vezes os equipamentos não são disponibilizados, e em muitas outras vezes o próprio funcionário se recusa a utilizá-los.
O cuidado começa ao receber o veículo na oficina e depois existe uma seqüência de processos: avaliação, preparação, conserto, limpeza e entrega do veículo. "Em todas as fases a segurança e os cuidados com a saúde devem ser colocados em prática", alerta José Palacio, do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva).
Ele explica que a lei recomenda itens básicos, como nível de iluminação adequado, equipamentos coletivos de proteção (EPC) e os individuais (EPI).Além disso, é importante um lay out interno da área do trabalho com as devidas sinalizações e um fluxograma que determina a entrada do carro até a saída.
Uma seqüência lógica no lay out da oficina, por exemplo, reduz o tempo de trabalho e minimiza riscos de acidentes, afinal o trabalhador não precisa ficar andando de um lado para o outro desnecessariamente. "Acidentes custam caro, então essas ações acabam repercutindo em benefício financeiro para o empregador e em bem estar para os funcionários", analisa.
O ambiente de trabalho em geral deve ser estruturado para também resguardar a integridade do funcionário. Um bom sistema de exaustão para expelir os gases corretamente, iluminação adequada, áreas específicas para certas tarefas, como bancadas e cavaletes para desmontar peças. "Muitas oficinas não dispõem de uma bancada própria para a desmontagem de motores, fazendo-o no chão, mas isso além de ser tecnicamente errado, põe em risco a saúde dos funcionários, que acabam com o tempo tendo problemas graves de coluna".
"Além disso, a manutenção preventiva das instalações deve ser feita regularmente: como a substituição de lâmpadas queimadas, verificação do estado da fiação elétrica e das tomadas, manter o local de trabalho limpo, o piso deve estar sempre alinhado, pias e ralos desentupidos, eliminando vazamentos se existirem, providenciar a instalação de ventiladores onde for necessário e manter portas e acessos livres", comenta Palácio, que comenta também que esses quesitos são partes do processo de certificação durante a auditoria.
O IQA recomenda conferir também se os hidrantes encontram-se desimpedidos e se as mangueiras de água estão guardadas em locais apropriados, o que é uma exigência do Corpo de Bombeiros. É importante ter um vestiário com armários para guardar as roupas entre outros itens de conforto e higiene para o funcionários, como um chuveiro.
"O empresário ganha com estas iniciativas, pois o cliente tem uma boa impressão do local e os funcionários sentem-se mais motivados", afirma.
Em situações de emergência e em casos de acidentes, a oficina deve ter uma caixa de primeiros socorros com anti-séptico (merthiolate), esparadrapo, algodão, curativo pronto (band aid), etc - lembrando que qualquer medicação é proibida. É importante ter também um convênio com hospitais e os telefones do corpo de bombeiros, ambulância, polícia, resgate e o endereço da oficina sempre em um local de fácil visualização.
Se a empresa for de grande porte, dependendo do número de funcionários é obrigatório manter um enfermeiro ou um médico com enfermaria para atendimento dos funcionários em caso de alguma emergência. Isso tudo, está contemplado em leis e portarias específicas que regulamentam cada situação.

EPI x lei
Para evitar problemas com o ministério do trabalho é obrigatório que o empresário disponibilize para seus trabalhadores, além dos EPCs e das devidas manutenções do ambiente de trabalho, os equipamentos de proteção individual, também conhecido por EPIs. Óculos, luvas, creme protetor para as mãos, protetor auricular, sapatos específicos e outros objetos que são extremamente importantes na hora de revisar ou reparar um veículo.
"Prover os equipamentos, assim como o devido treinamento para uso, é de responsabilidade do empregador, mas é obrigação do funcionário utilizá-los de forma correta, o que nem sempre acontece. Muitos funcionários se recusam a utilizar os EPIs, por não entender que essa prática vai resguardar sua integridade física e sua segurança no dia-a-dia do trabalho. É uma questão de conscientização", afirma Palácio.
O funcionário que descuida do uso dos equipamentos de proteção, apesar de tê-los recebido, pode receber uma advertência do empregador. "O funcionário recebe o EPI e assina um documento que comprova o recebimento dos mesmos e também o treinamento para uso do mesmo".
Palacio explica que prezar pela saúde do trabalhador também evita acidentes e hoje muitas oficinas iniciam o dia com um exercício físico, o que além de ajudar na sua saúde ainda o deixa mais disposto, e mais motivado para o trabalho. .
"Quando o funcionário está com mais disposição, ele ganha qualidade de vida e melhora sua produtividade. Tudo isso diminui o risco de acidentes e proporciona mais descontração na área de trabalho, criando assim um ambiente agradável".
É importante lembrar que acima de 50 funcionários a empresa é obrigada a constituir a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), que tem a função de observar e relatar condições de risco nos ambientes de trabalho, solicitar medidas para reduzir e até eliminar os riscos existentes, discutir os acidentes ocorridos, encaminhando aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho e ao empregador o resultado da discussão, solicitando medidas que previnam acidentes semelhantes e ainda orientar os demais trabalhadores quanto à prevenção de acidentes, para que todos trabalhem sem riscos. A fiscalização sobre o uso do EPI fica por conta de empresário e é uma garantia para evitar processos posteriores com funcionários que venham a apresentar problemas de saúde no futuro.
"A utilização dos EPIs por parte dos funcionários é uma questão de amadurecimento desta filosofia, como o cinto de segurança, que antes ninguém usava e hoje já faz parte da rotina do motorista. Tem que ser trabalhada a maturidade para que tanto o empresário quanto o trabalhador sintam a necessidade de como é importante usar os equipamentos. Criar o hábito. Afinal, os benefícios são para eles mesmos", comenta.
Na questão de segurança e saúde o ponto forte da auditoria, no caso das oficinas certificadas, são as manutenções preventivas de iluminação, ligações elétricas, equipamentos, ferramentas e limpeza.

Verifique hoje na sua oficina o uso de:

EPC (coletivo): sistema de exaustão, iluminação adequada, tratamento de água e líquidos.
EPI (Individual): óculos, sapatos, luvas, protetor auricular, cremes de proteção para mãos, etc.

Riscos
- Ruído sonoro, poluição, má iluminação
- Produtos sólidos e particulados
- Excesso de calor ou frio
- Deficiência respiratória devido a exaustão dos gases no meio de trabalho
- Solventes, óleos e combustíveis

Fonte:
Portal O Mecânico

SEGURANÇA DE TRABALHO COM TRATORES AGRÍCOLAS


Fonte: FUNDACENTRO

domingo, 19 de janeiro de 2014

DIREÇÃO DEFENSIVA...

 
 
Direção defensiva ou direção segura é uma postura assumida pelo motorista ao dirigir, com a finalidade de evitar acidentes de trânsito, não só ficando atento aos próprios atos, mais guiando de modo cauteloso e preventivo em relação aos atos dos outros (que podem estar incorretos), e as condições adversas que ocorrem no trânsito. Trata-se de dirigir de forma que permita reconhecer os perigos e preveni-los, não só em relação ao seu próprio veiculo ou seus passageiros, mas também com os outros usuários das ruas, tanto motoristas quanto pedestres.
  Não se trata somente de obedecer as leis de trânsito, mas de adotar uma postura pacífica, consciente e civilizada no seu dia-a-dia. Alguns elementos são indispensáveis para uma direção defensiva:
  - Conhecimento - das Leis de Trânsito, das condições do veículo, das condições do trajeto.
  - Atenção – o motorista deve estar em estado de alerta, atento a tudo e a todos que podem interferir no trânsito, como: o próprio veículo, sinalização, pedestres, ciclistas, motociclistas, outros motoristas, animais, condições da pista, do tempo, etc.
- Previsão – estar atento as eventualidades, que vão desde um pneu furado, até um pedestre atravessando em local inadequado, ou as crianças que jogam bola na calçada, e que podem correr para a rua atrás da mesma.
  - Habilidade – Habilidade se adquire com a prática. Quando o motorista é capaz de realizar com sucesso as manobras comuns no trânsito, como fazer curvas, mudar de faixa, ultrapassar, estacionar, etc. é considerado um motorista hábil. Porém, para uma direção defensiva, não basta o motorista ser hábil. Ele deve estar atento as variáveis ao realizar suas manobras, usando sempre de bom senso.
- Decisão – Conhecer as alternativas (do veículo, da pista, das Leis, de manobras, etc.), quando estiver em situações imprevistas ou de perigo, para que possa tomar a decisão mais acertada.
Desde 2004, o curso de Direção defensiva tornou-se obrigatório a todas os motoristas, tanto para aqueles que estão obtendo a primeira carteira de motorista, quanto para aqules que estão renovando a mesma.

Fonte: http://www.infoescola.com/transporte/direcao-defensiva/

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

SEGURANÇA NO TRÂNSITO...


SEGURANÇA FORA DO TRABALHO - SEGURANÇA NO TRANSITO - 


Todos os dias, a todo momento nos deparamos com riscos os mais variados e, muitos deles estão fora do trabalho, estão na nossa casa, na escola, no convívio social e sobremaneira no dia a dia do trânsito.

Cada um de nós, diariamente percorre um trajetopara chegar e para voltar do trabalho. Dessa forma, estamos freqüentemente convivendo com os riscos das ruas e estradas. Seguidamente ficamos sabendo que um colega, um amigo próximo ou até mesmo um familiar se envolveu num acidente de trânsito.

Nós todos sabemos o quanto é importante reduzirmos os transtornos provocados por esses acidentes, só que eles continuam acontecendo e muitos de nós permanecemos  pensando  que essas coisas acontecem apenas com os outros, conosco dificilmente acontecerá.

O quê podemos fazer para contribuir com números melhores, com situações menos arriscadas e com menos sofrimentos e prejuízos? Nada muda sem metas e objetivos definidos. Somente mudamos alguma coisa quando assumimos responsabilidades, isso pressupõe fazer alguma coisa mesmo que signifique fazer o mínimo.

Melhorar a segurança do trânsito – essa meta é nossa. Como podemos alcançá-la?

þ  Respeitar os outros, as regras e a sinalização é um bom começo;
þ  Não ingerir bebida alcoólica antes de dirigir;
þ  Responsabilizar-se pelo veículo mantendo-o em boas condições de manutenção;
þ  Não usar o automóvel para exibição e sim para deslocamentos tranquilos;
þ  Colaborar com campanhas de prevenção orientando os desatentos, comprometendo todos na busca pela preservação da vida;
þ  Sempre que puder,  pensar no assunto e assumir uma postura de mudança.


Pense nisso, comente esse diálogo com seus colegas. Isso valerá a pena!